sábado, 30 de maio de 2009

contruidores de conceitos

Nenhum animal, a não ser o homem, é capaz de construir conceitos. A fala não
passaria de um sem número de grunhidos e, na melhor das hipóteses, nomes
próprios se não fosse essa capacidade lógica que tem o ser humano de criar
conceitos e de usar nomes gerais (comuns) para se referir a eles.

porque a escola parece sempre tão disposta a resistir a mudanças?

Por que a escola parece sempre tão disposta a resistir a mudanças?

Mesmo numa sociedade apenas "emergente" como a nossa, não ainda plenamente
desenvolvida, a tecnologia entrou sem maiores resistências e sem grandes
dificuldades em quase todas as áreas em que normalmente se divide a sociedade.
Hoje temos produção industrial mediada pela tecnologia, comércio mediado (ou pelo
menos sustentado) pela tecnologia, serviços bancários mediados pela tecnologia,
atendimento médico mediado pela tecnologia, comunicação mediada pela mais alta
tecnologia, e até entretenimento mediado pela tecnologia. No entanto, estamos
ainda muito longe de uma educação mediada pela tecnologia — pelo menos no que
diz respeito à educação formal ministrada pela escola.

O que causa perplexidade é que a educação, que deve, entre outras finalidades,
preparar o indivíduo para viver uma vida pessoal rica, para atuar de forma
responsável como cidadão, e para exercer uma profissão de forma competente e
recompensadora, não pode, numa sociedade como a nossa, alcançar esses
objetivos sem dominar a tecnologia.

Nossas casas possuem cada vez mais tecnologia, votamos com a ajuda da
tecnologia, acedemos a informações através da tecnologia, participamos de debates
através da tecnologia, nos comunicamos através da tecnologia, e trabalhamos
(quase em qualquer área) com o indispensável apoio da tecnologia. Diante disso,
não devia nossa educação formal, escolar, estar extremamente preocupada com a
possibilidade de que também a educação pudesse, e, talvez, devesse ser mediada
pela tecnologia? Mesmo deixando de lado nossas instituições financeiras, nossas

Gilberto Dimmenstein, “Excesso de Informação Provoca Ignorância” “A maioria
de nossas escolas forma exatamente o fracassado do futuro por investir mais na memorização para passar no vestibular do
que na criatividade. Incrível que, no Brasil, são raras as pessoas em pânico com essas fábricas de obsoletos” (ênfase
acrescentada).

sábado, 18 de abril de 2009

tecnologia

Essa tecnologia realmente e o futuro do Mundo moderno.

sábado, 21 de março de 2009

Uso do telefone Celular na Escola

Celular nas escolas
Por blogueiras Vivo em 14/10/2008
Se você ainda tivesse dez anos, o que gostaria de ganhar no Natal? Uma roupa, um brinquedo ou um celular? Os dois últimos provavelmente ficariam empatados. Os filhos querem, e os pais, por sua vez, estão comprando aparelhos com o objetivo de monitorar seus pequenos. Porém, o presente ainda é um problema nas escolas. Algumas delas proibiram o uso do celular em sala de aula, e tem até discussão nas Assembléias Legislativas para tornar a proibição uma lei.
Será que a melhor saída é resistir à tecnologia? Ou incorporá-la ao cotidiano das escolas, transformando o celular em suporte pedagógico? Já pensou em acessar do celular o conteúdo da disciplina, e postar seu trabalho ou as fotos da aula no seu blog? Lá fora os educadores acreditam que é possível ensinar valores usando as novas mídias, para tornar o aprendizado mais dinâmico e interessante. Já foi até criado um nome para o método de ensino via celular, o M-learning. A Escola Secundária Carlos Amarante-Braga, de Portugal, por exemplo, está super antenada com essa tendência.
Aqui no Brasil isso ainda não é realidade, mas os professores concordam que o celular já faz parte do dia-a-dia das crianças. Conversei com as professoras Glória Alves, Sandra Sousa e Celene Berto, da Escola Estadual de Primeiro Grau Professor Nelson Pimentel Queiroz, Zona Sul de São Paulo. Elas contam que os alunos são super curiosos, e tem muita facilidade para mexer no aparelho. Porém, consideram que seria preciso realizar um trabalho de conscientização, antes que o celular seja usado como ferramenta de estudo.
O aluno Djalma, da mesma escola, imagina como seria fazer as atividades escolares no celular: “Ia ser muito legal, eu já ia voltar para casa fazendo o dever, depois ia brincar”. A Joyce aproveitou nossa conversa e fez um desenho lindo (acima) de como seria a sala de aula com o uso do celular. E eu, que tive o meu primeiro aparelho só na faculdade, fico imaginando o que essa criançada vai fazer quando crescer mais um pouco!

sábado, 7 de março de 2009

1º aula do curso

Nessa aula tivemos uma visão geral do curso.